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Economia e Finanças

08 de Outubro de 2021 as 00:10:12



DÓLAR sobe a R$ 5,517 em 07.10. IBOVESPA fecha em 110.585 pts


Dólar sobe pelo quarto dia seguido e aproxima-se de R$ 5,52
 
Bolsa de Valores perde força perto do fim da sessão e fecha estável
 
Sem reproduzir o clima de alívio no mercado internacional, o dólar subiu pelo quarto dia seguido e aproximou-se de R$ 5,52. A bolsa de valores chegou a ganhar quase 1%, mas perdeu fôlego nas horas finais de negociação e fechou estável.
 
O dólar comercial encerrou esta 5ª feira, 07.10, vendido a R$ 5,517, com alta de R$ 0,031 (+0,57%). A cotação começou o dia em baixa, passou a subir ainda pela manhã e chegou a operar estável durante a tarde, mas voltou a subir perto do fim da sessão.
 
A moeda norte-americana está no maior nível desde 20 de abril, quando tinha fechado vendida a R$ 5,55. A divisa acumula valorização de 2,76% na semana e de 6,33% em 2021.
 
Ações
 
No mercado de ações, as negociações seguiram o padrão dos últimos dias, com a bolsa operando a maior parte do dia em alta, mas perdendo força ao longo da tarde e fechando estável.
 
O índice Ibovespa, da B3 fechou aos 110.585 pontos, com pequeno ganho de 0,02%. O indicador acumula queda de 2,05% na semana e de 7,08% neste ano.
 
Partidos Democrata e Republicano obtêm acordo
 
No exterior, o dia foi tranquilo, após o anúncio de um acordo entre os Partidos Democrata e Republicano para elevar o teto da dívida pública nos EUA. O dólar caiu perante as principais moedas do planeta, e as bolsas norte-americanas fecharam com alta em torno de 1%. A calmaria, no entanto, não chegou ao Brasil.
 
A Inflação e a elevação da Selic 
 
No mercado doméstico, as negociações foram dominadas pela expectativa com a divulgação na 6ª feira, 08.10, da inflação oficial no último mês. O IPCA-15 Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15, considerado prévia do IPCA cheio, chegou a 10,59% nos 12 meses terminados em setembro.
 
Isso aumenta a pressão para que o Banco Central (BC) acelere o ritmo de aumento da taxa Selic (juros básicos da economia) na próxima reunião do Comitê de Política Monetária, no fim de outubro.


Fonte: AGENCIA BRASIL. Chamada de capa da Redação JF





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