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Política

Segunda-Feira, Dia 17 de Fevereiro de 2020 as 16:02:03



GREVE DOS PETROLEIROS já mobiliza 21 mil trabalhadores em 121 unidades da Petrobras



Usina termelétrica, em São Paulo, e campo terrestre no Amazonas foram as últimas unidades a aderir à paralisação, que atinge 121 unidades: 58 plataformas, 08 campos terrestres e 14 refinarias.
 
Cerca de 21 mil trabalhadores da Petrobras estão em greve em todo o País contra as demissões em massa na FAFEN Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados e o descumprimento de cláusulas do ACT Acordo Coletivo de Trabalho. 
 
A paralisação atinge 121 unidades, entre plataformas (58), campos terrestres (8), refinarias (14), segundo novo balanço da Federação Única dos Petroleiros (FUP).
 
Não estamos à venda”
 
Nesta 2ª feira, 17.02, trabalhadores da Usina Termelétrica Nova Piratininga, na zona sul de São Paulo, aderiram à greve. No final da noite de domingom 16.02, foi a vez dos petroleiros da Província Petrolífera de Urucu, no Amazonas, o maior campo de produção terrestre da Petrobras, entregaram a operação da unidade. “Não estamos à venda”, gritavam ao desembarcar no terminal aquaviário de Coari.
 
Contra o desmonte da Petrobras
 
Também no domingo os petroleiros de Belo Horizonte chamaram a atenção para a greve com uma bicicletada na Lagoa da Pampulha, chamada “pedal da resistência”. Além das cláusulas trabalhistas, os petroleiros protestam contra o desmonte promovido na estatal, com a venda de ativos importantes como a privatização de oito refinarias – quatro em estágio avançado.
 
Contra a Política de Preços Escorchantes
 
Os petroleiros também contestam a política da Petrobras, instituída durante o governo Temer e mantida durante o governo Bolsonaro, que atrela o preço dos combustíveis à variação do mercado internacional.
 
Por isso, os petroleiros vem realizando venda de botijões de gás a preços populares, não apenas para angariar o apoio da população, como para mostrar que a política de preços poderia ser diferente daquela adotada atualmente.
 
‘Greve perigosa’
 
Para o professor titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Gilberto Bercovici, trata-se de uma greve perigosa  “porque ela demonstra que os trabalhadores podem lutar de forma organizada em defesa não só dos seus interesses, mas em defesa do Brasil”. E também serve para conscientizar a população contra a política de desmonte.
 
Em artigo no portal Disparada, o jurista também afirma que a greve serve para desmontar a campanha de desinformação, fake news e mentiras propagadas para defender a política de privatização e entrega do patrimônio nacional pelo atual governo e seus apoiadores na mídia comercial, nos tribunais e no sistema político.
 


Fonte: BRASIL 247 sob copidescagem e subtítulos da Redação JF





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