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Investimentos

Sexta-Feira, Dia 02 de Outubro de 2020 as 13:30:05



O MERCADO AGORA - 02.10.2020: Com Incertezas fiscais, Volatilidade e Cautela



Conexão Mercado – Agora, em 02.10.2020 às 13h05
Roger Marçal, Gerente
Elifrancis Braga Almeida
Clara Cerqueira
do BB DIMEF Cenários Financeiros
Mercado Externo
 
Mercados operam fora do uníssono após susto com teste positivo de Trump para covid-19.
 
►  No exterior, os investidores seguem avaliando o cenário eleitoral nos EUA após Trump ser diagnosticado positivo para covid-19, enquanto aguardam esperançosos por uma definição positiva sobre um novo pacote fiscal nos EUA.
 
►  Nos EUA, Trump cancelou os comícios agendados para este final de semana em estados-chaves (Flórida, Arizona, Wisconsin). A presença de Trump era importante para o seu crescimento nas pesquisas. Segundo a CNN, Biden deve fazer, ainda hoje, o teste de covid. Já o vice de Trump, Mike Pence, testou negativo.
 
►  Em relação aos indicadores, nos EUA o payroll (relatório de emprego) relativo à setembro apontou a geração de apenas 661 mil postos de trabalho, bem abaixo do consenso de 850 mil. O salário médio por hora trabalhada também veio abaixo das expectativas. Já a taxa de desemprego caiu a 7,9%, abaixo do previsto (8,2%). No mais, índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michingan saltou de 74,1 em agosto para 80,4 em setembro.
 
►  Bolsas: Em NY, os índices operam em queda, puxados, especialmente, pelas ações do setor de tecnologia. Destaque negativo para as ações da Apple, Intel, Boeing e Tesla.
 
►  Juros: As yields dos treasuries abriram em queda diante do diagnóstico de Trump e dos imbróglios em torno do pacote fiscal. A divulgação do payroll corroborou para o movimento. No entanto, o discurso de Harker (membro do Fed) de que a instituição vai aceitar períodos de inflação acima de 2% conjugado ao de Mnuchin de que seguem as discussões sobre o pacote fizeram com que o movimento revertesse. No mais, avaliações por “dentro” do payroll de que certos setores muito impactados pela pandemia apontaram melhora influenciam positivamente no mercado.
 
►  Câmbio: Dolár opera alta ante as principais e emergentes. Porém, a libra opera em alta, impulsionada pela expectativa em torno acordos comerciais pós-brexit.
 
Mercado Interno
 
Incertezas fiscais adicionam volatilidade e cautela aos negócios
 
►  No Brasil, os mercados passam por pequenos ajustes, embora voláteis, diante das preocupações fiscais em torno do impasse com as fontes de financiamento do Renda Cidadã.
 
►  A produção industrial subiu 3,2% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal. O resultado veio abaixo da mediana das expectativas (3,7%). Na comparação anual, a produção caiu 2,7%. O indicador acumula queda de 8,6% no ano. Em 12 meses, a produção acumula queda de 5,7%.
 
►  No maior resultado mensal do ano, as vendas de veículos novos no país somaram 207,7 mil unidades em setembro, com alta de 13,3% na comparação com o mês anterior. Na comparação anual, as vendas caíram 11,5%.
 
►  O Banco Central decidiu prorrogar até abril de 2021 a vigência da alíquota temporária de 17% dos compulsórios sobre recursos a prazo. A partir de abril de 2021, a alíquota a ser aplicada será de 20% - e não mais de 25% (alíquota original)
 
►  Dólar: opera instável frente ao real, com ligeiro viés de alta, trabalhando acima de R$ 5,65, ponderando as incertezas fiscais e movimentos técnicos.
 
► Juros: apontam viés de alta na maioria dos prazos, refletindo as preocupações fiscais e os comentários de Campos Neto que o forward guidance pode ser abandonado caso o teto de gastos seja violado.
 
► Ibovespa: opera entre altas e baixas na primeira parte da sessão, no momento, aponta queda, orbitando ao nível dos 95 mil pts, com os negócios limitados pelas incertezas locais e volatilidade externa. Destaque para alta do setor financeiro (BC estendeu a alíquota de 17% para compulsório de recursos a prazo até abril). Por outro lado, Petrobras e varejistas cedem.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório a respeito, preparado por Roger Marçal, Gerente, Elifrancis Braga Almeida e Clara Cerqueira, do BB DIMEF Cenários Financeiros
 

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Fonte: Roger Marçal, Gerente, Elifrancis Braga Almeida e Clara Cerqueira, do BB DIMEF Cenários Financeiros





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