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Investimentos

Quarta-Feira, Dia 11 de Maio de 2022 as 17:05:32



BRADESCO - Resultado no 1º Trimestre2022: RECEITAS FORTES


BRADESCO - Resultado no 1º Trimestre/2022
Receitas fortes compensando deterioração
 
Rafael Reis (CNPI-P)
06.05.2022
 
O Bradesco apresentou um resultado que consideramos neutro no 1T22, com lucro líquido recorrente de R$ 6,82 bilhões, equivalente a um ROAE de 18,5%. O resultado foi favorecido principalmente pela forte margem financeira com clientes, beneficiada por maiores spreads sobre uma carteira de crédito que cresce a bom ritmo, tendo como contraponto a escalada íngreme da inadimplência e as despesas de PDD, que se expandiram em proporção maior do que a da margem financeira e da carteira de crédito.
 
Perspectivas.
 
Excluindo a inadimplência, que escalou 0,4 p.p., no geral, o resultado do Bradesco foi “sem sustos”, com as fortes despesas de PDD compensadas pela maior receita de juros, enquanto receitas de serviços cresceram a um ritmo decente dado o contexto econômico e concorrencial desafiador, e as despesas operacionais mostraram controle, permanecendo um dos pontos fortes do Bradesco.
 
Permanecemos otimistas quanto ao desempenho do banco que, em nossa visão, deve navegar pelo ambiente de juros elevados com seletividade na concessão de crédito e spreads capazes de compensar a desaceleração no crescimento da carteira e manter concomitantemente a inadimplência em nível saudável.
 
O Bradesco reviu suas projeções para 2022, que vieram mais otimistas quando comparadas às anunciadas no 4T21, com melhora na margem com clientes (entre 18% e 22% vs 8% a 12% antes), receitas de serviços (4% a 8% vs 2% a 6% antes) e despesas operacionais (1% a 5% vs 3% a 7% antes), enquanto enxerga piora nas despesas com provisões (R$ 17 bi a R$ 21 bi vs R$ 15 bi a R$ 19 bi antes).
 
Do ponto de vista do investidor, entendemos tal revisão, juntamente com o anunciado programa de recompra de ações, e, levando-se em consideração a forte queda das ações no mês de abril, como uma oportunidade de participação no setor financeiro por meio de um dos bancos de performance mais sólida do mercado.
 
Revisão do Preço-alvo.
 
Até incorporarmos eventuais mudanças nas projeções, mantemos nosso preço-alvo para R$ 29,00 para o final de 2022, o que representa um potencial de valorização de 60,04% com base no preço atual, e a recomendação de compra.
 
Destaques do Resultado
 
> Consideramos positivos
 
A margem financeira com clientes, que cresceu 7,0% t/t e 19,6% a/a, beneficiada majoritariamente por recomposição mais acelerada do spread. A carteira de crédito, que cresceu 1,5% t/t mesmo diante de período sazonal e 17,1% a/a, ligeiramente acima do mercado. As despesas operacionais, que variaram 4,4% a/a, significativamente abaixo da inflação do período. 
 
> Consideramos negativos
 
A PDD expandida, que escalou 12,9% t/t, resultado de um mix de crédito mais arrojado, com as maiores receitas com recuperação de crédito compensando parcialmente a significativa elevação das despesas com PDD, que variaram 39,4% t/t e 42,9% a/a. A inadimplência geral, que subiu 0,4 p.p., atingindo 3,2%,; enquanto a da PF escalou 0,6 p.p., atingindo 4,4%, igualando-se ao nível do 4T19.
 
CONFIRA no anexo a íntegra do relatório a respeito, preparado por
RAFAEL REIS (CNPI-P), analista do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: RAFAEL REIS (CNPI-P), analista do BB Investimentos





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