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Editorial

06 de Maio de 2022 as 11:05:03



EDITORIAL - Em Azovstal, a Esperança de Salvação de Última Hora pela Cavalaria Americana


A cavalaria americana, elemento hollywoodiano da política externa do Big Stick dos EUA
 
EDITORIAL
Em Azovstal, a Esperança de Salvação de Última Hora em um improvável golpe pela 'Cavalaria Americana'. Qual seria ?
 
No cenário de completa destruição da cidade e das forças ucranianas em Mariupol, integrantes do Batalhão Azov, mercenários e oficais europeus e americanos ainda retêm civis como reféns e permanecem escondidos e cercados pelas forças russas na planta siderúrgica de Azovstal.
 
Na cidade de Mariupol, sede do célebre Batalhão de Azov, dezenas de civis, incluindo mulheres e crianças, ainda estavam sendo mantidos presos, até esta 6ª feira, 06.05, nos abrigos subterrâneos da planta siderúrgica de Azovstal.
 
Integrantes do célebre Batalhão Azov, da extrema direita neonazista ucraniana, mantinham-nos sob custória, como meio para mobilizar pressão política internacional em favor da libertação de todos os integrantes do Batalhão.
 
Por ordem específica do Kremlin, foram suspensos desde 21 de abril todos os bombardeios e a invasão de Azovstal. Além disso, têm sido mantidos abertos, pelas forças russas, corredores humanitários para a retirada de todos os civis da cidade e da Siderúrgica, que assim o quiserem, após conseguirem livrar-se das garras de seus sequestradores, os integrantes do Batalhão Azov.
 
Mariupol foi destruída pelos bombardeios e um contingente de militares russos aguarda pacientemente, ao redor de Azovstal, a rendição de cerca de 400 militares amotinados nos oito andares de subsolo dessa gigantesca planta siderúrgica, a maior da Europa, com poucos alimentos, medicamentos e água, segundo os civis que dali conseguiram se evadir.
 
Há fortes suspeitas de que oficiais militares do Ocidente, americanos e europeus, além de mercenários de diversas procedências, integram o contingente acontonado em Azovstal, ao lado dos integrantes do Batalhão Azov. Um deles, o general canadense Trevor Kadier, teria sido capturado e encaminhado a Moscou pelas forças russas, na última 2ª feira, ao tentar fugir camuflado em roupas femininas, em meio aos civis que utilizaram o corredor humanitário para a retirada. A informação carece, contudo, de plena confirmação, que poderá ser obtida nos próximos dias.
 
Os civis, que desde então têm conseguido evadir-se da Azovstal e de toda cidade de Mariupol -- cerca de 200 nos ultmos dias e de 500, na semana passada -- têm sido encaminhados pelos soldados russos aos representantes da Cruz Vermelha e da ONU, os quais, por sua vez, os têm conduzido a outras regiões de sua preferência, na própria Ucrânia ou na Polônia. Por expressa solicitação pessoal, outros são encaminhados, pelas próprias forças russas, à região de Donetsk, Lugansk ou às cidades russas, se assim o desejarem.
 
A esse respeito, a imprensa europeia e filo-americana -- como a CNN, a Reuters, o NYT, o WP, a DW, Le Figaro e o The Guardian -- tem manipulado a verdade ao público informando que Mariupol e a Azovstal são ainda mantidas sob intenso bombardeio russo; e que a ONU tem a iniciativa de abrir os corredores humanitários. Na verdade, os bombardeios em Mariupol cessaram desde 21.04 e têm sido russas as iniciativas de abertura e manutenção de corredores humanitários para saída da população civil, enquando representantes da ONU e da Cruz Vermelha têm guiado os civis por esses corredores.
 
A despeito disso, o capitão Sviatoslav Palamar, vice-comandante do regimento Azov da Ucrânia afirmou, em vídeo publicado on line, que combates sangrentos e pesados estariam em andamento em Mariupol, enquanto, na verdade, a cidade foi inteiramente destruída e rendidas ou mortas as forças ucranianas, restando apenas o contingente acantonado no subsolo da gigantesca planta siderúrgica de Azovstal, à espera da fada madrinha libertadora.
 
Civis que conseguiram escapar da condição de reféns de integrantes do Batalhão Azov, têm obtido saída livremente garantida,  desde o início do conflito, em todas as cidades da Ucrânia.
 
Em Mariupol,  os militares do Batalhão Azov, os mercenários e outros militares europeus escondidos em Azovstal, após sua rendição e captura pelas forças russas, serão investigados e encaminhados a julgamento militar, em que a condenação poderá ser até a pena de morte, considerados os crimes de guerra praticados contra a população civil não somente da região de Donbass, mas de toda a Ucrânia, desde o golpe de estado em fevereiro de 2014.
 
Diante da perspectiva de condenação à morte em Donetsk, Lugansk ou Rússia e das reiteradas solicitações de que permaneçam nos porões de Azovstal, nos seguidos telefonemas do presidente Volodymyr Zelensky, a esperança de salvação de última hora fica por conta da ação improvável da 'cavalaria norte-americana', pois o objetivo declarado dos EUA é o aprofundamento do desgaste de Putin e da Rússia no terreno pantanoso da guerra. Improvável pois não interessa ao governo americano a salvação desse contingente militar, mas sua morte, o mais cruenta possível, para tornar ainda mais miserável a imagem das forças russas e de Putin perante o público mundial.
 
Contudo, em um quadro em que o protagonismo tem sido, desde o início, integralmente russo e em que intensos bombardeios russos no oeste da Ucrânia têm sistematicamente destruído os armamentos cedidos à Ucrânia pelos EUA, Reino Unido e outros países da OTAN, crescem as suspeitas do emprego oculto de arsenal nuclear tático pelos EUA contra a Ucrânia, em futuro  imediato, em false flag, para culpar e responsabilizar a Rússia, a fim de inverter o protagonismo aos EUA e afundar a Rússia no pântano dessa guerra maldita. 
 
Inegavelmente, uma cartada sem retorno, que embarcaria a Europa e o planeta em uma nova guerra mundial; desta vez, em direção à extinção da vida e da civilização humana.
 
O governo russo antevê movimento dos EUA nessa direção e o pronunciamento de Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, trouxe essa luz, quando mencionou, no início desta semana, que forças russas não utilizarão arsenal nuclear na Ucrânia e que estamos próximos de um conflito nuclear.
 
Até que ponto poderá ir a loucura de Joe Biden em continuar jogando gasolina na fogueira, em bilhões e bilhões de dólares em armamentos cedidos às forças ucranianas destroçadas, antes que a Câmara dos Representantes decrete sua demência senil e afaste esse 'grande satã' da presidência dos EUA ? Ou será necessária uma guerra civil nos EUA, invasões do Congresso e da Casa Branca pelo povo americano ?
 
 
CONFIRA também:
 
> TREVOR KADIER - General Canadense capturado ao tentar escapar de Azovstal. Clique AQUI.
 
> AZOVSTAL - A Psiquê dos Neonazistas acantonados na Siderúrgica. Clique AQUI.
 
> AZOSTAL - Civis Libertados relatam que eram Reféns dos Nazis do Batalhão Azov - Clique AQUI


Fonte: DA REDAÇÃO JF





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