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Internacional

22 de Outubro de 2020 as 15:10:02



ELEIÇÕES EUA - Monitoramento Semanal de 21.10.2020: Modelos Matemáticos ratificam Vitória de BIDEN



ELEIÇÕES EUA - 21 de outubro de 2020 - Faltam 13 dias
 
Monitoramento Eleições EUA (versão semanal) - 21.10.2020
 
Henrique Tomaz, CFA
Richardi Ferreira, CNPI
Com contribuição especial da Assessora da Área de
Cenários Financeiros da Tesouraria BB:
Mirela Rampini
ATUALIZAÇÕES DA SEMANA - Projeções
 
As últimas projeções continuam apontando para uma vitória do candidato democrata, Joe Biden, que deve garantir cerca de 351 delegados, bem acima do mínimo necessário de 270 para vencer a eleição
 
Modelos matemáticos continuam ratificando vitória de Biden
 
►  As instituições que vêm elaborando modelos matemáticos para previsão do resultado das eleições, atualmente, apontam para vitória do democrata Joe Biden, tanto em número de votos populares quanto em número de delegados. Tais modelos utilizam como insumos as pesquisas eleitorais realizadas tanto em nível estadual quanto nacional.
 
►  O modelo desenvolvido pelo portal FiveThirtyEight, por exemplo, estima que as chances de vitória de Biden são 87% contra 12% do atual presidente, Donald Trump. Seguindo uma metodologia semelhante, o modelo desenvolvido pelo portal The conomist traz uma diferença ainda maior, 93% para Biden contra 7% para Trump;
 
►  A Real Clear Politics compila as probabilidades de vitória oriundas de diversas casas de apostas. Neste caso, a disputa fica um pouco mais acirrada, com 63% de probabilidades para Biden, contra 37% para Trump.
 
Pesquisa de voto popular
 
As pesquisas de intenção de voto popular continuam apontando vantagem para Joe Biden que, na média, retraiu de 52,6% na semana passada para 51,9% nesta semana
 
Campanha
 
Antes do segundo e último debate, os candidatos concentram esforços em estados swing states. Enquanto isso, o número de eleitores que anteciparam o voto bate recorde 
 
Principais destaques
 
►  O segundo e último debate entre os dois candidatos à presidência está previsto para ocorrer amanhã, dia 22. O encontro deve ter duração de 90 min e será dividido em seis blocos de 15 minutos cada. Como o último debate entre os candidatos acabou sendo prejudicado pelas sucessivas interrupções de ambas as partes, a comissão que organiza o evento determinou que, desta vez, o microfone de um oponente será silenciado enquanto o outro estiver respondendo. Apesar disso, haverá um tempo, dentro de cada bloco, para uma discussão aberta entre os candidatos.
 
►  No último domingo, dia 18, os candidatos concentraram esforços em estados considerados estratégicos, nos quais não há uma orientação política claramente definida (swing states). Enquanto Donald Trump fazia campanha no estado de Nevada, onde o partido republicano não vence desde 2004, Joe Biden, participava de eventos na Carolina do Norte, onde o candidato democrata tentava consolidar sua vantagem naquele estado.
 
►  Faltando menos de duas semanas para as eleições americanas, mais de 35 milhões de eleitores já votaram de forma antecipada. Este número representa cerca de 23% do potencial eleitorado americano. A maior parte dos votos vem sendo feita por correio mas, em alguns lugares, o voto presencial também já está disponível. Vale lembrar que muitos estados flexibilizaram a legislação acerca do voto pelo correio em função da pandemia o que, em parte, explica a participação recorde observada neste período pré-eleitoral. Outro fator que também vem sendo apontado é o maior engajamento do eleitorado democrata.
 
►  A Suprema Corte dos EUA autorizou o estado da Pensilvânia a contar os votos recebidos pelo correio até o dia 6 de novembro.O tribunal do estado já havia autorizado a medida, mas o partido republicano acabou contestando a extensão do prazo. Estima-se que eleitores democratas estejam requisitando cédulas para votação por correio em uma proporção bem maior, de cerca de 3 para 1, em relação aos republicanos.
 
MERCADOS
 
Para os mercados, a expectativa é de continuidade caso Trump seja reeleito. Caso a vitória seja de Biden, a volatilidade deve ser alta. São esperadas mudanças, mas nada que altere radicalmente a situação atual no curto prazo.
 
►  O resultado das eleições americanas tem potencial para influenciar os preços dos ativos. O atual presidente, Donald Trump, é considerado mais "pró-mercado" e comprometido com a melhoria do ambiente de negócios. Caso o candidato republicano venha a ser reeleito, há uma expectativa positiva para os papéis que compõem o S&P500, em especial papéis dos setores bancário e de saúde. Ativos de empresas de tecnologia e companhias aéreas também teriam boas perspectivas neste cenário. A atual relação existente entre Brasil e EUA, com alinhamento ideológico e posição junto a órgãos multilaterais, deverá ser mantida. Em relação à política externa, deverá haver uma continuidade do “America First”, com ativos americanos voltando a performar melhor do que os seus pares e, talvez, um segundo governo mais confrontacional com a China.
 
►  Já no cenário de uma vitória do candidato democrata, Joe Biden, a expectativa é de que os papéis de empresas que possuem boas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) sejam beneficiadas. A retomada de acordos multilaterais também poderia beneficiar o setor de tecnologia chinês, a Europa e ativos de mercados emergentes com economias mais abertas, como México e Coréia do Sul. Por outro lado, os incentivos à economia de energia limpa e renovável e o fim dos subsídios para combustíveis fósseis, poderia prejudicar o desempenho de empresas ligadas a cadeia de petróleo.
 
          O democrata é visto como pessoa de estilo construtivo, que valoriza parcerias, determinado e disposto a dialogar. No entanto, há potencial de tensão entre um possível governo Democrata e o atual governo brasileiro. Mas mesmo que o Brasil perca o alinhamento com os EUA no campo ideológico e em posicionamentos nos órgãos multilaterais, a avaliação é de que as conquistas na agenda bilateral com o Brasil continuarão sendo do interesse do governo americano.
 
Cenários
 
Vários cenários apontam qual seria o impacto do resultado da eleição americana nos investimentos
 
1) Blue Wave - Biden com controle do congresso (55%)
 
Vitória de Biden com maioria democrata no senado e na câmara
 
►  Facilitaria a aprovação da proposta trilionária da plataforma de Biden para investimentos públicos em infraestrutura, energia limpa e aumento de impostos e de salários. Isso tende a pressionar a inflação e a taxa de juros americana que, por consequência, poderia pressionar a nossa taxa Selic no ano que vem.
 
        Outro ponto é que, com a elevação das taxas de juros americanas, haveria uma apreciação do dólar em relação a outras moedas. Em termos de bolsa, o cenário seria neutro pois a elevação dos impostos e um eventual aperto regulatório no que tange aos preceitos ESG (sobretudo a questão ambiental) deverão ser contrabalanceadas pelo aumento dos estímulos fiscais. Neste caso, a melhor forma de se posicionar seria em companhias que possuem boas práticas ambientais, sociais e de governança.
 
2) Biden com congresso dividido (25%)
 
Vitória de Biden com maioria democrata na câmara e maioria republicana no senado
 
►  Neste cenário, Biden teria maioria na Camara, mas não no Senado, o que tornaria mais difícil a aprovação do aumento de impostos e limitaria o alcance dos estímulos fiscais. Em contrapartida, o aperto na regulação poderia ser mantido, o que levaria a um ambiente adverso para algumas empresas, principalmente para bancos e empresas de óleo e gás. Neste caso, a sugestão de posicionamento em empresas com boas práticas ESG também se mantém
 
3) Trump com congresso dividido (15%)
 
Vitória de Trump com maioria democrata na câmara e maioria republicana no senado
 
►  Neste caso, haveria a manutenção do status quo, sem elevação de impostos ou aumento da regulação. A relação Brasil-EUA se manteria da forma como está. Dentro dos EUA, a visão é de que o atual presidente, Donald Trump, seja mais "pró-mercado" e comprometido com a melhoria do ambiente de negócios.
 
       Portanto, há uma expectativa positiva para os papéis dos setores bancário e óleo e gás. Ativos de empresas de tecnologia e companhias aéreas também teriam boas perspectivas neste cenário.
 
          Há um risco do endurecimento da guerra comercial com a China, o que pode trazer alguma volatilidade em meados de 2021, com um maior controle da pandemia e o retorno das discussões das próximas fases do acordo comercial.
 
4) Red Wave – Trump com controle do congresso (5%)
 
Vitória de Trump com maioria republicana no Senado e na Câmara.
 
►  Com o controle das duas casas do congresso, haveria pouca moderação na implantação da plataforma de governo de Donald Trump, possibilitando o alívio de impostos e desregulamentação de forma mais rápida. Companhias da cadeia do petróleo e os bancos se beneficiariam. Neste caso o déficit público tende a ser maior, o que pressionaria a inflação e a taxa de juros americana.
 
O SISTEMA ELEITORAL AMERICANO
 
Colégio eleitoral
 
O processo eleitoral nos EUA é bastante complexo. Inicia-se pela escolha do candidato oficial de cada partido nas primárias (ou caucus) e termina em uma votação indireta, decidida pelo colégio eleitoral
 
- Vide infograf na pag 8 do anexo.
 
CRONOGRAMA DAS ELEIÇÕES
 
Datas importantes
 
O segundo e último debate entre os candidatos está previsto para ocorrer amanhã, dia 22. Vale lembrar que o debate que aconteceria no último dia 15 acabou sendo cancelado
 
- Vide infograf na pag 9 do anexo.
 
ESTATÍSTICAS ELEITORAIS
 
Popularidade 
 
O índice de aprovação do atual presidente, Donald Trump, segue oscilando ao redor de 44%
 
Aprovação de Trump se estabiliza ao redor de 44%
 
►  O índice de aprovação do governo de Donald Trump vinha se recuperando nos últimos meses. No entanto, os dados mais recentes divulgados pela Real Clear Politics estimam que, atualmente, 44,6% da população aprova o atual presidente. Por outro lado, cerca de 53,4% da população desaprova o governo. Houve uma queda na taxa de aprovação do atual presidente na última semana.
 
►  O índice de aprovação chegou a oscilar na casa de 42% entre os meses de junho e julho mas vinha subindo desde então. A crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus é um fator central para a piora nos índices de aprovação de Trump.
 
Histórico das pesquisas 
 
A vantagem de Biden nas pesquisas de voto popular já vinha se consolidando desde o iníciodo ano. Houve momentos de aproximação nas estimativas e outros em que a diferença foi mais significativa
 
Pesquisas indicam disputa apertada com margem favorável para Joe Biden
 
►  As pesquisas mais recentes de intenção de voto popular apontam para uma vantagem de 7,6 pontos percentuais para o candidato Joe Biden que, segundo a empresa Real Clear Politics, atualmente, conta com 50,6% das intenções de voto, contra 43,0% do atual presidente, Donald Trump.
 
►  Desde o início do ano, Joe Biden apresenta-se na liderança das pesquisas de intenção de voto, passando por momentos de maior aproximação em janeiro, quando a diferença foi de apenas 4,0%, como também momentos em que a diferença atingiu uma marca superior a 10%, como no final do mês de junho.
 
►  É preciso observar, no entanto, que a votação popular, por si só, não decide a eleição. Esta depende da decisão do colégio eleitoral, que é composto pelos delegados eleitos em cada estado.
 
Votação Popular x Colegiado
 
No entanto, apesar de ser um bom indicativo, o voto popular não é fator decisivo nas eleições americanas. Desde 1960, já houve duas ocorrências no qual o presidente eleito não obteve maioria na votação popular
 
Eleição depende da decisão do colégio eleitoral
 
►  É preciso observar, no entanto, que a votação popular, por si só, não decide a eleição. Esta depende da decisão do colégio eleitoral, que é  composto pelos delegados eleitos em cada estado. 
 
►  Por isso, nem sempre o candidato mais votado ganha a disputa. Na última eleição de 2016, por exemplo, a candidata democrata Hillary Clinton venceu na eleição popular com uma vantagem de quase 3 milhões de votos. Na votação do colégio eleitoral, no entanto, obteve apenas 232 votos contra 306 de Donald Trump, que acabou levando a disputa.
 
Estados
 
Por isso é importante olhar para as pesquisas de cada estado americano a fim de obter uma sinalização das probabilidades de cada candidato nos estados. Assim, é possível obter uma estimativa mais assertiva
 
►  O número de delegados que cada estado tem direito é proporcional ao número de representantes no congresso que, de certa forma, é proporcional à população. Assim, alguns estados como a Califórnia (55 delegados) e o Texas (38 delegados) possuem um peso maior na disputa. Vencer nesses estados, portanto, é uma questão central na disputa.
 
Algumas regiões, no entanto, possuem um viés partidário claramente definido. A Califórnia, por exemplo, é um estado tradicionalmente democrata enquanto o Texas é tradicionalmente republicano. 
 
Outros estados, conhecidos como swing states, não possuem fidelidade partidária. É o caso da Flórida, por exemplo. Vencer nestes estados também pode fazer toda a diferença.
 
Fonte: Five Thirty Eight, elaboração BB Investimentos Research Estado Delegados Trump Biden Estado Delegados T
 
Swing States
 
Alguns estados possuem um viés partidário claramente definido. A Califórnia, por exemplo, é um estado tradicionalmente democrata enquanto Kansas é republicano. No entanto, alguns estados tem baixa fidelidade partidária
 
Historicamente, alguns estados sempre votam em candidatos Republicanos, e outros sempre votam em candidatos Democratas. Os estados que não tem essa preferência são conhecidos como “swing states”, e podem dar a vitória a qualquer um dos lados, e por isso costumam receber atenção maior dos candidatos.
 
Os swing states mudam com o tempo, e em 2020, 14 estados podem ser considerados swing states, divididos em 3 grupos: 
 
(i) os que tendem ao partido Democrata – New Hampshire (4), Virgínia (13), Minnesota (10), Colorado (9) e Nevada (6); 
 
(ii) os que tendem ao partido Republicano – Ohio (18) , Geórgia (16) e Iowa (6); e os considerados purple states, que podem dar vitória a qualquer um dos dois lados - Flórida (29), Pensilvânia (20), Michigan (16), Carolina do Norte (15), Arizona (11), Winsconsin (10).
 
Os estados que têm maior número de delegados são Califórnia (55), Texas (38) Flórida (29), Nova York (29), Illinois (20) e Pensilvânia (20).
 
Pesquisas de intenção de votos têm apontado que o candidato Democrata, Joe Biden, estaria à frente tanto nos votos populares quanto no número de delegados
Fontes: The Economist, FiveThirtyEight, BB Investimentos Research
 
Condados 
 
Porém, mesmo analisando as pesquisas do ponto de vista estadual, ainda é possível ocorrer divergências entre pesquisas e o resultado oficial. Isso ocorre pois o colégio eleitoral é dividido em condados dentro de cada estado
 
Voto no colégio eleitoral não replica o voto popular nem no nível estadual
 
►  Quando analisamos o processo eleitoral dentro dos condados, nota-se que a complexidade da regra do colégio eleitoral causa disparidades entre o resultado do voto popular e o resultado no colegiado também a nível estadual.
 
►  Em 2016, Donald Trump angariou 49,02% dos votos no estado da Flórida, ante 47,82% de Hillary Clinton. No entanto, pelas regras do estado da Flórida, o vencedor no voto popular do estado, fica com 100% dos votos dos delegados do colegiado.
 
►  Outro caso mais emblemático ocorreu em 2018, no estado de Wisconsin. Neste caso o partido vencedor do voto popular, Democratas (53%) ficou com menos da metade dos votos dos delegados no colégio eleitoral deste estado
Fonte: Florida Department of State - Election Results" / By Over9000edits - Own work, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=89276921
 
PROBABILIDADE DE VITÓRIA
 
Probabilidades 
 
Considerando as dificuldades de se projetar um resultado, algumas respeitadas instituições realizam suas projeções de quantos votos cada candidato pode obter em cada colégio eleitoral
 
Vitória de Joe Biden é apontada com boa margem
 
►  Tanto o modelo desenvolvido pelo portal FiveThirtyEight quanto o modelo desenvolvido pelo portal The Economist apontam uma vitória com boa margem para o ex-vice-presidente, Joe Biden. As estimativas indicam que o candidato democrata encontra-se em torno de 350 votos no colégio eleitoral, sendo que o mínimo necessário para vitória é de 270 votos. Com isso, as chances de vitória de Biden gira em torno de 87-93%. Tais estimativas, assim como as pesquisas de intenção de votos, devem ser analisadas com bastante cautela. É preciso considerar também a tendência de aumento nos índices de aprovação do atual presidente, Donald Trump, bem como os fatores “debate” e “coronavírus”. Faltando pouco menos de duas semanas para a eleição, muita coisa ainda pode ocorrer.
 
Fonte: Five Thirty Eight, The Economist, elaboração BB Investimentos Research
 
ELEIÇÕES LEGISLATIVAS
 
Legislativo 
 
As mesmas dificuldades ocorrem para se prever o resultado das eleições legislativas. Neste caso, a corrida pelo controle do Senado aponta para uma disputa mais acirrada
 
A corrida pelo legislativo está mais acirrada no Senado do que na Câmara
 
►  O congresso americano é composto pelo senado, com 100 membros, e pela câmara dos representantes, com 435 membros. De modo geral, o preenchimento das vagas, em ambas as casas, ocorre por meio do voto direto.
 
►  Além de apontar uma vitória democrata na corrida para a Casa Branca, as projeções também indicam que o partido deve assumir o controle da câmara dos representantes.
 
►  A corrida para o senado, por outro lado, apresenta uma disputa mais acirrada, com 60% de chances do partido democrata conquistar maioria na casa contra 40% de chances dos republicanos.
 
IMPACTO DA COVID-19 NAS ELEIÇÕES
 
Impacto da Covid-19
 
A pandemia é outro fator que deve ter um impacto significativo nas eleições americanas, não apenas no que diz respeito ao processo eleitoral em si mas, também, em relação ao próprio resultado da eleição
 
Pandemia deve ser decisiva
 
A pandemia de Covid-19 trouxe consequências significativas para processo eleitoral americano.
 
►  Vários estados, por exemplo, flexibilizaram a legislação para permitir que eleitores participem do processo por meio do envio de cédulas pelo correio, sem a necessidade de justificativa. Sem mencionar, é claro, a realização de convenções e demais eventos de forma virtual.
 
►  O maior impacto, porém, parece estar ocorrendo nas chances de vitória de cada candidato. Nos estados americanos, onde houve maioria republicana nas ultimas eleições, o aumento no número de novos casos de coronavírus mostra uma correlação negativa com as chances do candidato republicano, Donald Trump, nas bolsas de apostas
 
Confira no anexo a íntegra do relatório a respeito, elaborado por Henrique Tomaz, CFA, Richardi Ferreira, CNPI, Com contribuição especial da Assessora da Área de Cenários Financeiros da Tesouraria BB: Mirela Rampini 

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Fonte: Henrique Tomaz, CFA Richardi Ferreira, CNPI, do BB-BI, e Mirela Rampini da DIMEF Cenarios,





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