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Investimentos

21 de Setembro de 2020 as 20:39:46



OS MERCADOS - Fechamento em 21.09.2020: Aversão ao Risco Domina Mercados



Conexão MERCADO – FECHAMENTO DOS MERCADOS – 21.09.2020
 
Roger Marçal, Gerente
Adriana dos Santos Lima
Luiz Claudio Arraes Liberali
do BB DIMEF
Mercado Externo
 
Aversão ao risco domina os mercados. 
 
 No exterior, a sessão foi marcada por uma forte aversão ao risco, na esteira da revelação de fraudes envolvendo grandes bancos globais, temores de que aumento de casos de coronavírus na Europa possa trazer novas medidas de isolamento social e a tensão com a eleição americana (Biden a frente nas últimas pesquisas e definição sobre a sucessão para o cargo da Suprema Corte).
 
 Nos EUA, Kaplan, dirigente do Fed, disse que a nova diretriz da instituição pode impulsionar a tomada de risco nos mercados. Além disso, reiterou que o Fed, se necessário, pode fazer mais para apoiar a economia ante a pandemia; e os EUA estão em forte recuperação, podendo o PIB avançar 30% no terceiro trimestre.
 
 Ainda nos EUA, Kudlow, conselheiro econômico, afirmou que há um certo otimismo sobre o pacote para manter o governo funcionando. Sobre o pacote fiscal disse que os diálogos sobre o tema desaceleraram. Agora à tarde, os democratas apresentaram um projeto de lei de financiamento temporário até dezembro para evitar a paralisação do governo. O projeto também inclui a possível transição para um governo se Biden vencer a disputa eleitoral. A apresentação da proposta abre caminho para uma votação na Câmara ainda nesta semana.
 
 Sobre a relação sino-americana, a China está acelerando o processo de uma lista negra que poderia ser usada para punir empresas de tecnologia americanas, mas as autoridades dizem que os líderes estão hesitando em implementá-las, sob o argumento de que deve aguardar a eleição presidencial americana.
 
 Bolsas: Em NY, os índices fecharam em queda, pressionados pelo ambiente de maior aversão ao risco. No entanto, ao final da sessão as perdas reduziram influenciadas pelas ações do setor de tecnologia.
 
 Juros: As yields dos treasuries fecharam em queda em todos prazos, com maior intensidade nos mais longos, diante da busca por ativos mais seguros. Nos prazos mais curtos o movimento foi menos expressivos, devido à influência da fala de Kaplan.
 
 Câmbio: O índice DXY fechou em alta, pressionado pela cautela global e pela queda do euro, diante das declarações de Lagarde, presidente do BCE, dizer que a instituição está tenta à valorização recente da moeda. Em relação às emergentes, a moeda americana também se fortaleceu, diante da maior busca por proteção.
 
Mercado Interno
 
Mercados domésticos foram pressionados pela cautela que predominou no exterior
 
 No Brasil, os mercados adotaram uma postura mais defensiva, emplacando segunda sessão consecutiva negativa, em linha com a aversão ao risco no ambiente internacional. Além disso, os investidores mantêm a expectativa para os eventos da cena local que teremos ao longo da semana.
 
 No entanto, após uma abertura bem dramática, ao longo da tarde, os ativos domésticos amenizaram as perdas, mas não o suficiente para uma reversão do movimento.
 
 Em relação as questões internas, não há novidades para agenda de econômica no Congresso. Os agentes ainda esperam que o parecer da PEC do Pacto Federativo possa ser apresentada esta semana, mas a data ainda não foi definida. Assim, as incertezas e preocupações no âmbito fiscal permanecem no radar.
 
 Dólar: fechou em alta frente ao real, porém longe da máxima do dia quando se aproximou de R$ 5,50, agora, segue para fechar em torno de R$ 5,40. A aversão ao risco externa + apreensão com o quadro fiscal + posições de hedge definiram a tendência da divisa americana.
 
 Juros: apontaram alta, mas os prazos mais curtos até reverteram o trajetória da manhã e fecharam na estabilidade com ligeiro viés de baixa (no aguardo da Ata do COPOM que será divulgada amanhã). Os vértices médios e longos (a partir de Jan/22) refletiram a valorização do dólar + cautela externa + desconforto fiscal, porém fecharam nas mínimas.
 
 Ibovespa: fechou em queda, ficando abaixo do nível dos 97 mil pts, penalizado pela cautela externa. Destaque para a desvalorização das ações do setor financeiro, Petrobras e Vale.
 

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Fonte: Roger Marçal, Gerente Adriana dos Santos Lima Luiz Claudio Arraes Liberali do BB DIMEF





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