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Investimentos

17 de Outubro de 2019 as 23:10:29



VAREJO & SHOPPINGS Perspectivas de Desempenho no 3º Trimestre/2019



Segmento de VAREJO & SHOPPINGS
 
Perspectivas Positivas para o 3º trimestre de 2019
 
VAREJO
 
No geral, as companhias de varejo do nosso universo de cobertura devem reportar
resultados positivos no 3T19. Dentre os fatores que justificam nossa perspectiva
positiva, destacamos 
 
(i) uma base comparativa anual mais fraca, uma vez que a base de comparação do trimestre anterior foi afetada negativamente pela Copa do Mundo realizada no ano passado, 
 
(ii) uma recuperação gradual da confiança do consumidor e consumo, embora ainda em ritmo lento; e 
 
(iii) o crescimento do e-commerce, com a estratégia digital das companhias ganhando cada vez mais relevância no resultado.
 
Observamos também que o setor de varejo como um todo foi beneficiado por alguns fatores macroeconômicos favoráveis, como a queda da taxa Selic ao mínimo histórico, a inflação abaixo do centro da meta e a diminuição gradual da taxa de desemprego medida pelo IBGE. Esses indicadores positivos refletiram positivamente nas vendas no varejo, cujo volume cresce desde maio segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE.
 
Por fim, é importante mencionar que nossas projeções para o 3T19 estão considerando a adoção do padrão contábil IFRS 16. Como não tivemos acesso aos resultados do 3T18 ajustados para o novo padrão contábil de todas as companhias analisadas (exceto B2W e Lojas Americanas), estamos considerando apenas os números disponíveis no 3T18.
 
Também aproveitamos a oportunidade para alterar nossa recomendação para BTOW3 e de RADL3 para o Market Perform, por não haver upside adicional entre o preço corrente desses ativos e o nosso preço alvo 20E.
 
 
SHOPPINGS
 
Esperamos que as empresas de shoppings do nosso universo de cobertura reportem resultados positivos no 3T19. Assim como pudemos observar no segmento de varejo, os fatores que justificam essa perspectiva são: 
 
(i) melhores números na comparação anual, uma vez que a base de comparação do trimestre anterior foi afetada negativamente pela Copa do Mundo realizada no ano passado, e 
 
(ii) o retorno lento e gradual da confiança do consumidor, porém com resiliência.
 
Durante o 3T, destacamos a aquisição de 11,28% da Delivery Center pela Cyrela Commercial Properties (CCP). A Delivery Center é uma companhia que integra o varejo físico às plataformas de mercado digital, com entrega de produtos em até uma hora usando shoppings como centros de distribuição urbanos. Atualmente, a Multiplan (16,83%) e a brMalls (34,52%) estão entre os seus principais acionistas da empresa.
 
Acreditamos que a transação envolvendo a CCP e a Delivery Center reforça a tendência observada no setor que envolve uma maior participação de shoppings no e-commerce por meio do uso destes como centros de distribuição de produtos adquiridos no ecommerce.
 
Ainda nesse sentido, donos de lojas satélites de shoppings se uniram para criar o seu marketplace. Com o marketplace próprio, os lojistas satélites esperam reduzir o custo de operação. Hoje, além da despesa de ocupação da loja, que representa entre 10% a 20% do valor da venda, os marketplaces criados por shoppings são cobrados e o custo de ocupação aumentou para 25% sobre as vendas.
 
Nesse contexto, no acumulado entre janeiro e agosto, as vendas nos shoppings subiram 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado,de acordo com dados divulgados pela ABRASCE Associação Brasileira de Shopping Centers. Segundo o Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA), sem descontar a inflação, as vendas crescerama uma taxa nominal de 6% na semana do Dia dos Pais em relação ao mesmo período do ano passado.
 
Além disso, as vendas nos shoppings durante a Semana do Brasil – entre os dias 6 e 15 de setembro – foram 16,8% maiores do que em comparação com o mesmo período do ano passado, conforme apuração do ICVA, contratado pela Abrasce. O resultado superou a previsão da entidade, que era de alta de 5%. 
 
B2W Digital (BTOW3) – Positivo
 
Destaques do 3T19. Os resultados da B2W no 3T19 devem vir positivos. Esperamos que seja favorecido pela estabilização do 1P, que vinha sofrendo desde o início do ano devido ao final da Lei do Bem. Além disso, o terceiro trimestre do ano é geralmente favorável às vendas da companhia devido ao aniversário das marcas, apesar de adicionar alguma pressão às margens em função dàs promoções relacionadas.
 
Em suma, esperamos uma expansão de 25,9% a/a do GMV total (um aumento de 6,6% de 1P e 48,6% de 3P), com a receita líquida crescendo 4,3% a/a. Em relação às margens, esperávamos que a expansão do mercado em termos de participação na receita gerasse um aumento de 1,3 p.p. a/a na margem bruta.
 
Também projetamos uma margem EBITDA ajustada e uma margem líquida de 9,2% (+0,8 p.p. a/a) e - 6,7% (+0,2 p.p. a/a), respectivamente, prejudicadas pelas altas despesas financeiras. Observamos que a margem líquida do 3T19 não será beneficiada pelo aumento de capital em curso, sendo favorecida apenas a partir do próximo trimestre.
 
Centauro (CNTO3) – Positivo
 
Destaques do 3T19. A Centauro segue dando prosseguimento ao seu plano estratégico focado na omnicanalidade e na abertura e reforma de lojas físicas. No terceiro trimestre, a companhia adicionou ao seu portfólio mais 6 lojas do G5, entre novas e reformadas. Em relação ao desempenho do 3T19, esperamos que o SSS permaneça levemente negativo a/a como resultado do impacto da Copa do Mundo no ano anterior, mas em menor proporção do que o observado no 2T19. Diante desse cenário, projetamos um crescimento da receita líquida de 10,4% a/a, com uma melhoria da margem bruta em 2,8 p.p. a/a e de margem EBITDA em 2,9 p.p. a/a, favorecido tanto pela adoção do padrão contábil IFRS 16 quanto pelo maior número de lojas no modelo G5.
 
GPA (PCAR4) - Neutro
 
Destaques do 3T19. Esperamos que o GPA continue reportando resultados neutros neste trimestre. Na divisão Multivarejo, as vendas continuam pressionadas devido a uma economia mais reativa do que a esperada quando as diretrizes para 2019 foram divulgadas. Esse cenário gerou uma maior necessidade de promoções e, assim, reduziu as margens.
 
Por outro lado, alguns dos eventos observados no 2T18 (Copa do Mundo e greve de caminhoneiros), que enfraqueceram os resultados do 2T19 na comparação anual, deixarão de impactar a comparação anual no 3T19. Como resultado, esperamos que as vendas cresçam em todas as marcas do Multivarejo.
 
Na divisão Assaí, a companhia deve continuar apresentando crescimento de vendas de 20% a/a, além de margens melhores, uma vez que as lojas abertas nos últimos anos estão amadurecendo, o que demonstra a assertividade da expansão do modelo.
 
No total, estimamos um aumento de 11,6% a/a na receita bruta total, com o Multivarejo contribuindo para um crescimento de 2,5% a/a e o Assaí de 21,6% a/a.
 
Devido à maior participação do Assaí no resultado consolidado, prevemos uma queda na margem bruta (0,6 p.p. a/a), mas um aumento na margem EBITDA ajustada (+1,4 p.p.), não apenas pelo amadurecimento das lojas abertas nos últimos anos, mas também favorecida pelo adoção do IFRS16.
 
Finalmente, esperamos uma margem líquida 0,2 p.p. inferior a/a, dado o aumento das despesas financeiras como resultado do IFRS 16.
 
Hypera (HYPE3) - Neutro
 
Destaques do 3T19. Os resultados da Hypera no 3T19 devem vir normalizados após os eventos pontuais observados no 1S19. Como resultado, prevemos que a receita líquida cresça 7,3% a/a. Dada a tendência dos genéricos aumentarem sua participação no mix de produtos, além da depreciação do real frente ao dólar, esperamos uma maior pressão sobre a margem bruta, levando a uma queda de 2,3 p.p. a/a.
 
Essa queda na margem bruta deve ser parcialmente compensada por maiores vendas e, consequentemente, maior diluição das despesas de vendas, gerais e administrativas, o que nos leva a projetar uma margem EBITDA ajustada de 28,8% (-0,8 p.p. a / a). Por fim, a margem líquida deve ser beneficiada pela distribuição de juros sobre capital próprio, bem como um resultado financeiro positivo de R$ 22,4 milhões. Em suma, esperamos que a margem líquida atinja 24,4% (-1,1 p.p. a/a).
 
Lojas Americanas (LAME4) - Positivo
 
Destaques do 3T19. Esperamos que as Lojas Americanas apresentem resultados positivos no 3T19. Embora o trimestre não conte com nenhum evento importante do varejo para impulsionar as vendas, este trimestre deve ser favorecido por uma base comparativa mais fraca ao observado no 1S19.
 
Como resultado, prevemos um crescimento de 8,4% a/a na receita bruta e +7,4% a/a na receita líquida devido ao fim da "lei do bem". Quanto à margem bruta e EBITDA, esperamos que estas permaneçam praticamente estáveis na comparação anual, em linha com a tendência observada nos últimos trimestres.
 
Os resultados da companhia ainda devem ser afetados negativamente pelo resultado da equivalência patrimonial resultante da B2W, mas em menor proporção do que no trimestre anterior (-10,4% t/t), e favorecido pela diminuição gradual das despesas financeiras devido à queda na taxa Selic. Como resultado, nossa previsão de margem líquida é de 1,1% (-0,1 p.p. a/a).
 
Lojas Renner (LREN3) – Positivo
 
Destaques do 3T19. O 3T19 ainda contou com um ambiente climárico ainda um pouco desfavorável. Por um lado, a chegada do frio em julho ajudou nas vendas de itens de inverno, o que favoreceu um nível de remarcação menor (já que julho é um mês promocional). Por outro lado, a continuidade do clima mais frio ao longo de agosto e setembro prejudicou ligeiramente as vendas das novas coleções (primavera/verão).
 
Apesar do contratempo, esperamos uma boa dinâmica de vendas para a Lojas Renner no trimestre, com um crescimento consolidado da receita líquida de 13,5% a/a, liderado por um aumento dareceita líquida de varejo de 14,3% a/a e um aumento da receita líquida de serviços financeiros de 7,6% a/a.
 
Em relação às margens, projetamos uma margem bruta de varejo praticamente estável a/a (-0,1 p.p.), enquanto a margem bruta de serviços financeiros deve vir 0,7 p.p. superior a/a, impulsionada por um melhor mix de produtos financeiros.
 
Quanto à margem EBITDA Ajustada, esta também deve ser favorecida pela adoção do padrão contábil IFRS 16 (embora esperemos a manutenção das despesas de vendas, gerais e administrativas como um percentual da ROL na comparação trimestral) e vir em 24,2% neste trimestre (+ 3,9 p.p. a/a), enquanto esperamos uma margem líquida de 10,8% (-0,5 p.p. a/a).
 
Magazine Luiza (MGLU3) – Positivo
 
Destaques do 3T19. Esperamos que a Magazine Luiza traga resultados positivos no 3T19, favorecidos por uma base comparativa mais fraca depois que o 2T foi prejudicado pela Copa do Mundo realizada no ano anterior. Observamos que, embora a Netshoes já esteja contribuindo positivamente para o crescimento da receita, ainda é responsável por uma pressão adicional nas margens da companhia. 
 
Espera-se que permaneça essa tendência até que a integração total dos negócios seja alcançada e todas  as sinergias possíveis sejam capturadas.
 
Nesse sentido, projetamos um crescimento total de GMV de 33,7% a/a e um aumento de 24,3% a/a da receita bruta. Quanto à margem bruta, esperamos que ela permaneça praticamente estável na comparação anual (-0,1 p.p. a/a) afetada, por um lado, pelo fim da Lei do Bem e, por outro, pelo crescimento das vendas do 3P, que contribui para margens mais altas.
 
A margem EBITDA, por sua vez, deve continuar sendo pressionada pelas operações da Netshoes, bem como por todos os investimentos atualmente em andamento para melhorar a experiência do cliente e a qualidade do serviço. Como resultado, projetamos uma margem EBITDA (pós IFRS 16) de 7,7%. Por fim, a margem líquida deve se beneficiar da distribuição de JCP no trimestre (R$ 112 milhões) e deve vir em 2,8% (pós IFRS 16).
 
Raia Drogasil (RADL3) – Positivo
 
Destaques do 3T19. As expectativas da RD em relação a um ambiente competitivo mais benéfico permanecem positivas. Além disso, o 3T18 foi marcado pela mudança na estratégia de preços da companhia para enfrentar uma concorrência mais acirrada, o que levou a um menor crescimento da receita no curto prazo até o volume de vendas responder à nova estratégia.
 
Diante desse cenário, prevemos que a receita líquida cresça 17,7% a/a, com uma ligeira queda na margem bruta (-0,3 p.p. a/a), em linha com a estratégia de preços em andamento.
 
Em relação à margem EBITDA, projetamos 10,8%, pressionada por maiores despesas comerciais (de 19,6% da ROL para 22,0%) e despesas gerais e administrativas (de 2,3% para 2,7% da ROL), mas também favorecidas pela adoção do padrão contábil IFRS 16. Finalmente, esperamos que a margem líquida atinja 2,8% (-0,6 p.p. a/a), principalmente devido a maiores despesas financeiras decorrentes do IFRS 16.
 
Restoque (LLIS3) - Negativo
 
Destaques do 3T19. Esperamos que os resultados da Restoque no 3T19 venham negativos na comparação anual. A companhia segue com seu processo de turnaround focado no crescimento sustentável de longo prazo em canais prioritários alinhados ao desenvolvimento tecnológico. Nesse sentido, os números do 1S19 registraram uma queda de receita como resultado de uma estratégia focada na redução de conflitos com seu próprio canal online, além de um menor nível de promoções.
 
Considerando que o processo de turnaround não é rápido, os resultados do 3T19 devem ser negativos, embora com intensidade menor do que a observada nos trimestres anteriores. Como resultado, projetamos uma redução de 14,5% a/a da receita líquida, mas com uma melhoria na margem bruta de 2,5 p.p. a/a em função de todo o cuidado que vem ocorrendo com o posicionamento das marcas. A margem EBITDA e a margem líquida, por sua vez, devem ser afetados por uma menor diluição de despesas, atingindo 12,9% e -9,9% neste trimestre, respectivamente.
 
Via Varejo (VVAR3) - Neutro
 
Destaques do 3T19. Esperamos um trimestre neutro para a Via Varejo. Embora a companhia ainda esteja atrasada na corrida do ecommerce ante seus pares, já poderemos observar algumas melhorias em relação às medidas já adotadas pela nova gestão.
 
Nesse sentido, projetamos um crescimento praticamente estável das vendas de lojas físicas na comparação anual (+0,6% a/a), mas contribuindo para uma margem bruta consolidada mais alta, uma vez que a nova administração deu à equipe de vendas mais discricionariedade em relação aos preços, evitando uma redução mais acentuada destes ao final dos meses, como ocorreu nos trimestres anteriores. 
 
Quanto ao e-commerce, esperamos que o 1P caia 22,2% a/a, como reflexo da estratégia da companhia até que tenha sanado todas as instabilidades do sistema. Como destaque positivo, notamos que a Via Varejo continuou avançando na solução da estabilização do sistema e aproveitou a Semana do Brasil para realizar testes de estresse bem-sucedidos.
 
Em suma, esperamos que a melhoria da margem bruta favoreça o restante do resultado, com a margem líquida atingindo praticamente 0% (+1,3 p.p. superior a/a). Entretanto, enfatizamos que nossas estimativas podem ser negativamente impactadas por provisões ou despesas trabalhistas decorrentes da dispensa dos gestores anteriores seguida pela entrada da nova administração, mas que não incluímos em nossas premissas.
 
brMalls (BRML3) - Positivo
 
Destaques 3T19. Projetamos resultados positivos para os brMalls no 3T19, decorrentes de uma base de comparação anual mais fraca e de melhorias estruturais na empresa, com melhora de 0,2 p.p. a/a da taxa de ocupação e do SSS.
 
Também esperamos que a margem EBITDA ajustada tenha um crescimento de 1,7 p.p a/a, chegando em 69,8%, não só impactada por maiores receitas de locação e de estacionamento, como ainda também pelo “efeito blockbuster”. Vale ressaltar a aquisição de +25,5% da ABL do Shopping Iguatemi Caxias (RS) em julho, aumentando a participação total da brMalls para 71% no shopping.
 
Além disso, a brMalls vendeu sua participação integral em sete shoppings para o Fundo de Investimento Imobiliário BTG Pactual Shoppings. A margem líquida ajustada, por sua vez, ficou estimada em 16,2 p.p. acima do 3T18, alcançando 45,8%.
 
JHSF (JHSF3) - Positivo
 
Destaques 3T19. Para o 3T19, acreditamos que a companhia continuará apresentando números melhores em todas as divisões, principalmente no segmento de incorporação, em linha com a tendência apresentada nos últimos trimestres. No trimestre, destacamos o lançamento do complexo 'Fasano Cidade Jardim'.
 
Portanto, esperamos que a margem EBITDA consolidada (ex-PPI) tenha um crescimento de 1,0 p.p a/a, atingindo 34,8%. Para a margem líquida ajustada (ex-PPI), por sua vez, ficou estimado um aumento de 42.8 p.p. a/a.
 
No segmento de Renda Recorrente, destacamos o exercício da opção de compra de 30,0% do Cidade Jardim Shops pelo FII XP Malls em agosto (esta operação contratada em outubro de 2018). Reafirmamos o apelo positivo deste negócio, pois permitirá que a JHSF realize seu processo de desalavancagem, ao mesmo tempo em que consegue um parceiro para investir na divisão de shoppings, gerando valor para a empresa.
 
Multiplan (MULT3) - Positivo
 
Destaques 3T19. Seguindo a tendência positiva do resultado divulgado no 3T18, esperamos uma expansão em vendas totais de 5,8% a/a enquanto a taxa de ocupação permanece estável e a SSS aumenta 0.3 p.p..
 
Vale destacar que a vacância observada nos últimos trimestres, provocada por uma cadeia de lojas âncoras, está praticamente sanada. Assim, esperamos que o EBTIDA ajustado aumente 3,8% a/a, impulsionado por maiores receitas de locação de lojas e de estacionamento. O lucro líquido (exremuneração baseada em ações), por sua vez, deve ficar vir 2,3% acima do apresentado no 3T18.
 
 
Confira no anexo a integra do relatório preparado a respeito por GEORGIA JORGE,  Analista, e KAMILA OLIVEIRA, Analista, ambas integrantes do BB Investimentos.

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: GEORGIA JORGE, Analista e KAMILA OLIVEIRA, Analista, do BB INVESTIMENTOS





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