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Investimentos

17 de Setembro de 2019 as 21:09:20



O MERCADO, 17.09: Ibovespa sobe 0,90% a 104.616 pts. Dólar cai a R$ 4,077



Diario do Mercado na 3ª feira, 17.09.2019
 
Ibovespa avança com notícias favoráveis do exterior: aceno de Trump sobre acordo com a China antes das eleições e expectativa de restabelecimento da produção de petróleo pela Arábia Saudita até o fim de setembro.
Ibovespa sobe 0,9%  e Dólar cai a R$ 4,077.
 
Comentário.
 
O índice brasileiro denotou desempenho positivo, avançando progressivamente na parte da tarde, com maior apetite ao risco por parte dos investidores. O mercado considerou oportuna a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, na qual citou que poderia firmar um acerto comercial com a China antes das eleições presidenciais de 2020.
 
Também, informações que a Arábia Saudita já restaurou 50% de sua produção de petróleo, após os ataques de sábado, e que já estará normalizada até o final deste mês, bem antes do que havia sido previsto pelos analistas, aliviaram o preço do barril de petróleo e um pouco da tensão geopolítica na região.
 
Nos EUA, o Fed fez compras de títulos no valor de US$ 53,150 bilhões através de “REPO” (espécie de operação compromissada) para injetar liquidez no mercado - circunstância que não ocorria desde 2008. Foi veiculado que houve necessidade dessa postura por conta da elevação rápida das taxas de financiamento de curto prazo, impactadas pelo pagamento de impostos corporativos que tinham data limite até o recente dia 15 de setembro.
 
Neste panorama mais ameno, os agentes voltaram seu foco para a definição de juros pelo Fed nesta 4ª feira, 18.09, quando também o Banco Central decidirá sobre a taxa Selic. Em ambas deliberações, os investidores esperam cortes de juros.
 
No Brasil, o dólar comercial fechou cotado a R$ 4,0770 (-0,29%). Nos juros futuros,a curva da estrutura a termo registrou progressiva queda da ponta mais curta para a mais longa.   
 
Ibovespa.
 
O índice recuou logo após sua abertura, mas foi reagindo e pouco depois do meio dia entrou definitivamente em campo positivo. A partir daí, seguiu ascendendo gradativamente, com firme avanço nos leilões de fechamento, terminando praticamente na máxima do dia. 
 
O setor de bancos teve boa performance, assim como a Vale. Já a Petrobras devolveu parte dos ganhos do dia anterior, acompanhando a queda do preço do barril de  petróleo, que havia subido na véspera.
 
O Ibovespa encerrou aos 104.616 pts (+0,90%), acumulando +1,08% na semana, +3,44% no mês, +19,04% no ano e +36,24% em 12 meses. O giro financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 15,842 bilhões, sendo R$ 14,916 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na Bolsa
 
No dia 13 de setembro (último dado disponível), a bolsa mostrou retirada líquida de R$ 88,178 milhões em capital estrangeiro, com saldo negativo passando a -R$ 1,117 bilhão no mês. Em 2019, a saída líquida acumulada passou a -R$ 22,347 bilhões.
 
Agenda Econômica.
 
Nos EUA, a produção industrial variou +0,6% em agosto contra +0,1% em julho (revisto de +0,2%), acima do consenso de +0,2%. A produção manufatureira cresceu +0,5% em agosto ante -0,4% em julho, superior ao consenso de +0,2%. A utilização da capacidade instalada aumentou para 77,9% em agosto versus 77,5% em julho, maior do que o 77,6% esperado pelos analistas.
 
Câmbio e CDS.
 
O dólar encerrou em baixa ante ao real, após o alívio vindo das notícias sobre a recuperação mais breve do que o esperado da produção de petróleo na Arábia Saudita. Além disso, o mercado segue atento as decisões de políticas monetárias monetárias pelo Fed e pelo Bacen nesta quarta-feira (18).
 
A moeda fechou em R$ 4,0770 (-0,29%), variando -0,22% na semana, -1,57% no mês, +5,21% no ano e -1,26% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco-país medido pelo CDS Brasil 5 anos passou a 120 pts ante 121 pts.
 
Juros.
 
Os juros futuros findaram a sessão regular em queda em toda a extensão de sua curva de estrutura a termo, gradativamente da ponta curta para a longa. O comportameno adveio de notícias do exterior, dando conta de possíveis avanços na negociação comercial entre os EUA e a China.
 
Em relação à sessão anterior, assim fecharam: DI janeiro/2020 em 5,20% de 5,23%; DI janeiro/2021 em 5,21% de 5,27%; DI janeiro/2023 em 6,27% de 6,38%; DI janeiro/2025 em 6,84% de 6,97%; DI janeiro/2027 em 7,17% de 7,28%.
 
Agenda.
 
Brasil: IGP-M 2ª prévia, COPOM - decisão da Taxa Selic e Confiança industrial CNI;
 
EUA: FOMC - decisão da taxa de juros, vendas e licenças de casas novas, vendas de casas usadas e índice antecedente;
 
Reino Unido: Taxa do Banco da Inglaterra (BoE);
 
Japão: Banco do Japão (BOJ) - Taxa de Juros.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do comportamento do mercado na 3ª feira, 17.09.2019, elaborado por HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB Investimentos





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