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Investimentos

Sábado, Dia 06 de Julho de 2019 as 22:07:30



O MERCADO, 03.07: Ibovespa sobe 1,43%. Dólar cai a R$ 3,826



Diário do Mercado na 4ª feira, 03.07.2019
 
Ativos domésticos avançam com exterior e Reforma
 
Comentário
 
Na véspera do feriado da independência norte-americana, as bolsas de NY funcionaram em horário reduzido, mas mesmo com a menor liquidez, os índices por lá renovaram recordes históricos.
 
A possibilidade de que os bancos centrais europeu e dos EUA tenham um perfil ainda mais amigável às taxas de juros mais baixas animou os investidores. Draghi, presidente do BCE, deve ser substituído por Christine Lagarde – que comandava até recentemente o FMI. Já o Fed recebeu duas novas indicações de viés dovish do presidente Trump.
 
O bom humor externo e as falas de figuras importantes do Congresso – que apontaram para a votação do texto da reforma da Previdência na Comissão Especial entre 03.07 e 04.07  – elevaram o otimismo dos agentes domesticamente, alçando a bolsa novamente aos 102 mil pts, com alta de 1,43%.
 
Já o dólar fechou cotado a R$ 3,8260 (-0,75%), enquanto a curva de juros futuros recuou, principalmente nos contratos de médio e longo prazos.
 
Ibovespa.
 
O principal índice doméstico acumulou ganhos paulatinamente durante toda a sessão, encerrando próximo da pontuação máxima intradiária e também do recorde histórico de fechamento do dia 24 de junho.
 
Em termos ponderados, Itaú, Bradesco e Ambev foram as maiores contribuições para a alta. Destaques também para os fortes ganhos de Gol e Via Varejo. No campo negativo, MRV, IRB e Embraer recuaram.
 
O Ibovespa encerrou em 102.043 pts (+1,43%), acumulando alta de 16,11% no ano e de 38,52% em 12 meses. O giro financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 15,0 bilhões, sendo R$ 14,5 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na Bolsa
 
No dia 01 de julho (último dado disponível), houve retirada líquida de capital estrangeiro em R$ 399,4 milhões da Bolsa. Em 2019, o saldo acumulado está negativo em R$ 4,3 bilhões.
 
Agenda Econômica.
 
No Brasil, o IPC da Fipe, que mede a inflação na cidade de São Paulo, avançou 0,15% em junho, ante recuo marginal de 0,02% em maio – em linha com o consenso que apontava alta de 0,15%.
 
Nos EUA, o saldo de vagas de emprego no setor privado (ADP) apresentou geração líquida de 102 mil postos em junho, ante 41 mil em maio (revisado de 27 mil) – abaixo do consenso de 140 mil vagas. Apesar de figurar abaixo das expectativas, o número aponta para uma possível recuperação do resultado do payroll, a ser divulgado na próxima sexta-feira, 05.07.   
 
Câmbio e CDS.
 
O dólar abriu a sessão em campo positivo, mas passou a perder valor com a melhora nas perspectivas do cronograma da Reforma. No exterior, o dólar se enfraqueceu frente a maior parte das moedas emergentes. Já o real fechou com o segundo melhor desempenho em uma cesta com 32 das principais moedas globais.
 
O dólar comercial (interbancário) fechou cotado a R$ 3,8260 (-0,75%), acumulando -0,36% em julho, -1,26% no ano e -1,82% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco-país medido pelo CDS Brasil se manteve em 147 pts, mesma pontuação da véspera.
 
Juros.
 
Os juros futuros encerraram a sessão regular em queda, especialmente nos vértices de médio e longo prazos, com renovação de mínimas históricas. O movimento reflete a reversão das expectativas quanto ao andamento da reforma da Previdência, com boas chances de ter seu texto votado na Comissão Especial ainda nesta semana.
 
Em relação à sessão anterior, assim findaram: DI janeiro/2021 em 5,79%, de 5,84%; DI janeiro/2023 em 6,55%, de 6,65%; DI janeiro/2025 em 7,01%, de 7,10%.
 
Para a semana.
 
Brasil: Vendas, exportação e produção de veículos Anfavea.
 
EUA: Payroll e taxa de desemprego.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do comportamento do mercado na 4ª feira, 03.07, elaborado por RICARDO VIEITES, CNPI, e RENATO ODO, CNPI-P, ambos integrantes do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: RICARDO VIEITES, CNPI, e RENATO ODO, CNPI-P, integrantes do BB Investimentos





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