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Economia e Finanças

18 de Maio de 2019 as 04:05:46



Economista da FGV diz que brigas do presidente prejudicam crescimento



 economista Cláudio Considera (FGV) afirma que o desemprego cairá lentamente com aprovação da reforma da Previdência e que a incerteza política gerada pelas brigas semanais do presidente da República prejudicam crescimento econômico
 
 
Na última semana, o mercado financeiro reduziu pela 10ª vez seguida a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano.
 
A estimativa para a expansão do PIB Produto Interno Bruto  — a soma de todos os bens e serviços produzidos no país — desta vez caiu de 1,70% para 1,49% este ano.
 
Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, assim como para 2021 e 2022.
 
Os números constam do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estudos de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC), em Brasília.
 
Com o crescimento em baixa, fica cada vez mais difícil para o povo brasileiro ver a retomada dos empregos.
 
A taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios — Contínua (PNAD-C), divulgada na quinta-feira (16) pelo IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Nas outras 13 unidades, a taxa manteve-se estável.
 
Para retomar o emprego do país, é necessário que o Congresso Nacional aprove a Reforma da Previdência e outras reformas, como a tributária. Feito isso, a retomada do índice de emprego começa em 3 ou 6 meses. Essa é a análise do economista Cláudio Considera, Coordenador do Monitor do PIB-FGV.
 
"Nós sabemos que investimentos são sempre uma coisa de longo prazo, entretanto, quando você provoca esse tipo de situação de mudar realmente essa legislação no país, você atraí novos investimentos, novos empregos e isso pode se dar em um prazo de 3 a 6 meses",
 
disse em entrevista à Sputnik Brasil.
 
A taxa atual de desemprego é a maior desde o trimestre terminado em maio de 2018. São 13,4 milhões de desempregados no país, ante um universo de 12,1 milhões no último trimestre do ano passado.
 
"Nós não vamos tirar 13 milhões de desempregados de uma hora para outra, mas vai reduzindo aos poucos. A reforma vai demonstrar logo resultados bons em termos de negócios e, imediatamente, o dólar deve cair, a bolsa deve subir e isso deve provocar um otimismo outra vez",
 
afirmou Considera.
 
Para o economista, as incertezas políticas têm prejudicado o crescimento econômico do país.
 
"Toda semana tem uma surpresa política, alguma briga do presidente com alguém que reflete nessa incerteza, nessa situação de confusão que o país está. O país está estressado",
 
completou Considera.
 
 


Fonte: SPUTINIK NEWS. Chamada de capa e Subtítulo da Redação JF.

 
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