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Investimentos

29 de Junho de 2018 as 23:06:21



INVESTIMENTOS O Mercado na 6ª feira Bolsa sobe 1,39% Dólar a R$3,8744



Diário de Mercado na 6ª feira, 29.06.2018
 
Alta na bolsa pelo segundo dia consecutivo com melhora no clima externo
 
Resumo.
 
A última sessão de junho foi marcada pela extensão do  alívio na tensão comercial advinda do exterior, a exemplo da véspera, o que embalou o segundo dia de valorização na bolsa brasileira.
 
Nos mercados de câmbio e juros, sentidos distintos: enquanto o dólar observou valorização ante o real, com o BC ausente de intervenções pontuais pelo segundo dia, a curva a termo de juros cedeu, em especial na ponta longa.
 
Apesar da reta final do mês ter sido mais amena, junho ficou marcado pelo agravamento da guerra comercial EUA x China, fato que direcionou o Ibovespa a findar o mês em queda de 5,20%, e o semestre em 4,76%, assim como o dólar a escalar 3,88% no mês e 16,96% no semestre ante o real, sendo a moeda brasileira uma das que pior performaram ante a divisa norte-americana no ano a nível global. 
 
Ibovespa.
 
Muito por conta das altas do petróleo e das bolsas em Nova York, a bolsa brasileira encontrou estímulo para a segunda sessão consecutiva de expressivos ganhos. A melhora do clima externo aliada à ausência de turbulências internas fomentou o apetite ao risco dos investidores, que recompuseram suas carteiras especialmente com companhias do setor financeiro, além da Petrobras.
 
O Ibovespa encerrou aos 72.762 pts (1,39%), queda de 4,76% no ano e alta de 15,68% em 12 meses. O volume financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 6,822 bilhões, sendo R$ 6,686 bilhões no mercado à vista.
 
 
Capitais Externos na Bolsa
 
Na 4ª feira, 27.06, último dado disponível, houve entrada líquida de capital estrangeiro em R$ 551,395 milhões da bolsa. No mês de junho, o saldo negativo está em R$ 6,223 bilhões; já no ano, o saldo acumulado registra saída líquida de R$ 10,235 bilhões.
 
 
Agenda Econômica.
 
No Brasil, a taxa de desemprego recuou a 12,7% no trimestre encerrado em maio, comparativamente a 12,9% no trimestre encerrado em abril. Não apenas o indicador desapontou as projeções, que miravam em 12,6%, mas as entrelinhas revelaram na verdade que houve de fato uma queda na amostra de pessoas desempregadas em busca de emprego, evidência de um desalento significativo da força de trabalho com o árido mercado de trabalho.
 
Apesar disso, houve recuo ante igual período de 2017, quando a taxa de desemprego no país situava-se em 13,3%, e incremento na renda real média dos trabalhadores neste horizonte, com alta de 0,9%.
 
Nos EUA, o índice preços de gastos com consumo (PCE) teve uma alta de 0,2% na passagem de maio ante abril. No comparativo ante maio de 2017 a variação foi de 2,3%. O núcleo do indicador, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, e representa a medida preferida pelo Fed para a tomada de decisões de política monetária variou em ambos os horizontes 0,2% e 2,0% respectivamente, atingindo no comparativo anual a meta inflacionária do governo.
 
 
Câmbio e CDS.
 
Em meio a disparada do dólar contra o peso argentino, e em aguardo a novas posturas do BC em relação ao câmbio, o real se desvalorizou contra a divisa norte-americana.
 
A sexta-feira foi mais um dia de ausência de intervenção do BC no câmbio, e fechando 5 sem leilões extraordinários, indicando que a moeda agora opera dentro de uma faixa considerada confortável.
 
O dólar fechou cotado a R$ 3,8744 (0,33%), acumulando alta de 3,54% no mês, 17,10% no ano e de 17,26% em 12 meses.
 
 
Risco País
 
O risco medido pelo CDS Brasil 5 anos recuou aos 270 pts ante 267 da véspera.
 
 
Juros.
 
Houve recuo nos vértices mais longos da estrutura a termo da curva de juros, com os curtos e intermediários próximos à estabilidade. A sessão foi de menor liquidez, com o principal direcionador sendo ainda os ecos do RTI na véspera, indicando uma maior probabilidade de manutenção da Selic por prazo mais prolongado.    
 
Para a semana seguinte.
 
Agenda forte nos EUA, contendo destaques no relatório de emprego (payroll) na sexta-feira, e a Ata do Fomc na quarta-feira, relativa à reunião de 13 de junho. No Brasil, destaque para o IPCA de junho e a produção industrial de maio. 
 
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do comportamento do mercado na 6ª feira, 29.06.2018, elaborado por RICARDO VIEITES, CNPI, e RAFAEL REIS, CNPI-P, ambos integrantes do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: RICARDO VIEITES, CNPI, e RAFAEL REIS, CNPI-P, ambos integrantes do BB Investimentos





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